Como aproveitar as frutas secas no natal

A demanda para frutas secas no fim do ano é grande, graças as receitas típicas deste período, e por isso separamos algumas dicas dadas pela Gazeta do Povo no post de hoje.

As frutas secas são aquele toque para dar um upgrade nas receitas. E o melhor: vão bem em pratos salgados e doces e podem entrar no preparo da entrada até a sobremesa, passando pelas bebidas. Aaron Philipe, consultor gastronômico da La Violetera, dá algumas dicas para tirar melhor proveito destas frutas.

Reidratação

Dependendo das receitas, as frutas secas podem ser reidratadas. Na farofa, um damasco pode entrar apenas em tiras. Num arroz ele pode ser usado seco porque vai ficar mais amolecido com a cocção do arroz. As passas (e demais frutas secas) podem ser reidratadas em água saborizada, licor ou rum quando forem ingredientes de um bolo seco. Quando usadas em um salpicão, prato úmido, não precisam de reidratação.

Tâmara

A tâmara é uma fruta que vem ganhando destaque. Ela pode entrar numa torta ou bolo na textura de pasta – bata no processador e vá acrescentando água até o ponto desejado. Numa combinação inusitada com o gorgonzola em um risoto. Ou ainda servir de base para um drink não alcoólico. Bata com água (como suco) e misture um chá ou até mesmo um leite de amêndoas ou de castanha se a ideia foi um sabor mais lácteo.

Cristalizadas

As frutas cristalizadas têm a água retirada pelo método da cristalização. Por convenção, elas entrariam no rol das secas. Mais conhecidas por serem acrescentadas ao panetone, elas também podem entrar em uma farofa emprestando um sabor adocicado. É o acompanhamento ideal para uma carne de porco, por exemplo. Coloque abacaxi fresco para trazer frescor e acidez.

Nozes

As castanhas e nozes seriam frutas secas mais por causa da textura. As mais vendidas são as nozes, castanha de caju e do Pará. Elas podem ser servidas como petiscos, passando pelo prato principal – que tal uma crosta para uma ave ou lombo de porco? – até a sobremesa. O estrogonofe de nozes pode ter as nozes substituídas pela brasileiríssima castanha-do-Pará.

*Artigo produzido e veículado pela Gazeta do Povo

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